sábado, 6 de abril de 2013

Onde vamos parar


              Estamos vivenciando um tempo mais do que moderno. Estamos na verdade, vivendo uma época revolucionária e demasiadamente em transformação. O que era novidade na semana passada e no dia de ontem; de repente é superado por novas invenções humanas.
             E essas mudanças repentinas acontecem em todas as áreas: na medicina, na engenharia, na indústria, nas leis, na informática, enfim, em todos os campos do conhecimento. Concluímos, então, que a mente humana está rompendo barreiras de forma veloz.
      Diante de tais fatos indiscutíveis, o que o ser humano pode ganhar e perder vivendo neste tempo? Quais as vantagens disso tudo? E quais os perigos para a sociedade mais do que moderna?
       Questionar é sempre bom e obter respostas é ainda melhor, embora muitas das respostas sejam vagas e fiquem no mundo do subjetivismo, mas nada é em vão. Quero aqui dizer que essa evolução na verdade apresenta os dois lados da moeda: é positiva, mas tem seus efeitos negativos.
         E para sintetizar bem esse meu argumento, quero me ater apenas ao quesito mundo virtual, esse mesmo que ora estamos usando. Observemos bem o que acontece no momento com o mundo da internet. Quanta coisa boa, tudo que queremos é só clicar no Google e teremos; até telefone está perdendo para o bate papo; nas relações humanas só faltam mesmo o toque dos corpos. Tudo está tão próximo. Maravilha!
              Por outro lado, estamos nos fechando no nosso mundo e perdendo a capacidade do hábito da leitura; divulgamos demais nossas intimidades; somos impulsionados a emitir opiniões pessoais em assuntos que não nos envolvem; até mesmo uma ação criminosa pode está rondando nossa vida, pois quantas pessoas não desapareceram e foram mortas e a internet serviu como ponte, e etc. E tal!
             Por esse exemplo já podemos ter em mente o que o mundo de hoje nos proporciona. Claro que não podemos fugir dele e nem devemos. É a vida mostrando o que temos. No entanto, mesmo que isso seja inventado para nosso bem, um dia vai chegar ao seu fim, não porque queremos, mas por que tudo na vida, além de ser relativo e ter um propósito, é limitado.
             Entretanto, até que esse dia aconteça, usemos e abusemos das invenções sempre com bons propósitos e almejando o bem do próximo, para que desta forma o nosso desejo do bem comum esteja inserido no lado bom das coisas modernas.
          

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